Educação Inovadora 2019 | #1 Cidadania digital: aprendendo a aprender

Não tem mais volta: os gêneros digitais chegaram para ficar!
Os gêneros digitais estão ganhando espaços nas mídias sociais e na sala de aula e é importante ressaltar que eles preservam características dos gêneros textuais impressos.
Eles têm influenciando as práticas de leitura e escrita na esfera digital causando um grande impacto na comunicação, onde alguns são apenas transformações de antigos e conhecidos gêneros que ganharam força e dinamismo na comunicação digital, o que possibilita novas formas de lidar com os conteúdos, mudando a forma de interagir com os textos.
Ao escrever uma mensagem instantânea, temos a estrutura textual impressa, iniciando com saudações e perguntando sobre a pessoa e finalizamos com uma despedida, respeitando tipologias ou gêneros e níveis de linguagem. Um bom exemplo disso é a transição do gênero impresso carta, para o gênero digital e-mail e o WhatsApp.
Saiba mais: Os gêneros textuais são incontáveis e adaptáveis as diferentes realidades e situações comunicativas onde, com acessibilidade e facilidade da Internet criaram-se gêneros e alteraram outros, comprovando que eles estão a serviço dos falantes e das necessidades reais de seu tempo, modificando a relação entre leitor-autor.
Os gêneros são grandes ferramentas educacionais para o processo de ensino e aprendizagem.
Os gêneros digitais possibilitam interação, através do estudo desses enunciados e contato com condições e finalidades especificas, não apenas do currículo, mas, também pelo estilo de linguagem, não privilegiando apenas a disciplina de Língua Portuguesa e sim todas as áreas do conhecimento.
Base Nacional Comum Curricular e os gêneros digitais: A referência geral é que, em cada ano de ensino, contemplem-se gêneros que lidem com informação, opinião e apreciação, gêneros multissemióticos e hipermidiáticos, próprios da cultura digital e das culturas juvenis. Diversas também são as formas, como ações e funções que podem ser contemplados em atividades de uso e reflexão: curar, seguir/ser seguido, curtir, comentar, compartilhar, remixar entre outros.
A linguagem contemporânea, multissemiótica e multimodal oportunizam diminuir distâncias entre o professor e os alunos, permitindo que novas práticas e atividades sejam desenvolvidas para aguçar a leitura e a escrita, ampliando as capacidades dessas novas formas comunicativas, devido a sua estrutura, que irá variar de acordo com o histórico social e campo tecnológico, sendo variáveis, versáteis e transmutáveis, e em constante evolução.
Com a nova configuração dos gêneros, teremos muitas mudanças, principalmente nos livros didáticos, que estarão sofrendo alterações, para atender e mesclar a cultura juvenil e incorporar os gêneros digitais, sem perder sua importância e essência na aprendizagem, mas, a principal mudança é a de atitude, a de ser permitir incorporar o trabalho colaborativo e aprender deste processo, aproximando a leitura e se permitindo aprender uns com os outros.
Reunimos alguns dos gêneros digitais para inspirar você no trabalho em sala de aula e muitos podem ser produzidos com o auxilio de celular e tablets, de forma interativa, colaborativa.
E você querido professor, como trabalha com os gêneros digitais em sala de aula? Conte aqui nos comentários!
Um abraço,
Não tem mais volta: os gêneros digitais chegaram para ficar!
Os gêneros digitais estão ganhando espaços nas mídias sociais e na sala de aula e é importante ressaltar que eles preservam características dos gêneros textuais impressos.
Eles têm influenciando as práticas de leitura e escrita na esfera digital causando um grande impacto na comunicação, onde alguns são apenas transformações de antigos e conhecidos gêneros que ganharam força e dinamismo na comunicação digital, o que possibilita novas formas de lidar com os conteúdos, mudando a forma de interagir com os textos.
Ao escrever uma mensagem instantânea, temos a estrutura textual impressa, iniciando com saudações e perguntando sobre a pessoa e finalizamos com uma despedida, respeitando tipologias ou gêneros e níveis de linguagem. Um bom exemplo disso é a transição do gênero impresso carta, para o gênero digital e-mail e o WhatsApp.
Saiba mais: Os gêneros textuais são incontáveis e adaptáveis as diferentes realidades e situações comunicativas onde, com acessibilidade e facilidade da Internet criaram-se gêneros e alteraram outros, comprovando que eles estão a serviço dos falantes e das necessidades reais de seu tempo, modificando a relação entre leitor-autor.
Os gêneros são grandes ferramentas educacionais para o processo de ensino e aprendizagem.
Os gêneros digitais possibilitam interação, através do estudo desses enunciados e contato com condições e finalidades especificas, não apenas do currículo, mas, também pelo estilo de linguagem, não privilegiando apenas a disciplina de Língua Portuguesa e sim todas as áreas do conhecimento.
Base Nacional Comum Curricular e os gêneros digitais: A referência geral é que, em cada ano de ensino, contemplem-se gêneros que lidem com informação, opinião e apreciação, gêneros multissemióticos e hipermidiáticos, próprios da cultura digital e das culturas juvenis. Diversas também são as formas, como ações e funções que podem ser contemplados em atividades de uso e reflexão: curar, seguir/ser seguido, curtir, comentar, compartilhar, remixar entre outros.
A linguagem contemporânea, multissemiótica e multimodal oportunizam diminuir distâncias entre o professor e os alunos, permitindo que novas práticas e atividades sejam desenvolvidas para aguçar a leitura e a escrita, ampliando as capacidades dessas novas formas comunicativas, devido a sua estrutura, que irá variar de acordo com o histórico social e campo tecnológico, sendo variáveis, versáteis e transmutáveis, e em constante evolução.
Com a nova configuração dos gêneros, teremos muitas mudanças, principalmente nos livros didáticos, que estarão sofrendo alterações, para atender e mesclar a cultura juvenil e incorporar os gêneros digitais, sem perder sua importância e essência na aprendizagem, mas, a principal mudança é a de atitude, a de ser permitir incorporar o trabalho colaborativo e aprender deste processo, aproximando a leitura e se permitindo aprender uns com os outros.
Reunimos alguns dos gêneros digitais para inspirar você no trabalho em sala de aula e muitos podem ser produzidos com o auxilio de celular e tablets, de forma interativa, colaborativa.
E você querido professor, como trabalha com os gêneros digitais em sala de aula? Conte aqui nos comentários!
Um abraço,
Que tal inserir a realidade virtual em suas aulas?! O benefício de usar a realidade virtual nas aulas está na interação e possibilidades de aprendizagem, além da adaptação do ensino a partir das necessidades singulares dos estudantes.
Aquele aluno que possui alguma dificuldade de acompanhar o aprendizado com os demais colegas poderá sentir mais confiança a aprender através dos recursos digitais. Além de ser propulsor a aprendizagem em todas as disciplinas do currículo.
A realidade virtual é uma tecnologia de interface entre um usuário e um sistema operacional, que tem o objetivo de recriar ao máximo a sensação de realidade. Ela apresenta aos nossos sentidos (paladar, tato, olfato, visão e audição) um ambiente virtual, que podemos explorar de várias formas e funciona através dos óculos VR funciona de uma maneira simples, basta baixar, pelo celular, as fotos ou os vídeos em 360º graus, que são imagens tiradas em sequência e agrupadas, permitindo essa visão. Depois, é só colocar o aparelho dentro dos óculos e vivenciar esse momento.
As imersões em ambientes virtuais propiciam a reprodução de vivências e experiências que facilitam a compreensão do currículo, tornando mais atrativo, envolvente e significativo.
Que tal inserir a realidade virtual em suas aulas?! O benefício de usar a realidade virtual nas aulas está na interação e possibilidades de aprendizagem, além da adaptação do ensino a partir das necessidades singulares dos estudantes.
Aquele aluno que possui alguma dificuldade de acompanhar o aprendizado com os demais colegas poderá sentir mais confiança a aprender através dos recursos digitais. Além de ser propulsor a aprendizagem em todas as disciplinas do currículo.
A realidade virtual é uma tecnologia de interface entre um usuário e um sistema operacional, que tem o objetivo de recriar ao máximo a sensação de realidade. Ela apresenta aos nossos sentidos (paladar, tato, olfato, visão e audição) um ambiente virtual, que podemos explorar de várias formas e funciona através dos óculos VR funciona de uma maneira simples, basta baixar, pelo celular, as fotos ou os vídeos em 360º graus, que são imagens tiradas em sequência e agrupadas, permitindo essa visão. Depois, é só colocar o aparelho dentro dos óculos e vivenciar esse momento.
As imersões em ambientes virtuais propiciam a reprodução de vivências e experiências que facilitam a compreensão do currículo, tornando mais atrativo, envolvente e significativo.
A educação empreendedora ocupa um espaço importante na educação, principalmente porque aborda projeto de vida dos estudantes e trabalha com algumas habilidades da sociedade contemporânea ligadas a autonomia, competências múltiplas, capacidade de aprender, adaptar a situações novas e de promover transformações.
A escola é um bom espaço para que essas habilidades possam ser desenvolvidas e vivenciadas, preparando os nossos alunos para este novo tempo. O empreendedorismo contribui para o modo de pensar, uma atitude que deve ser desenvolvida e praticada.
Esse tipo de educação busca inspirar os estudantes a empreender, ao experienciar qualidades e habilidades necessárias de um empreendedor, podendo estar presente em várias etapas do ensino e na diversidade das disciplinas.
Um dos principais objetivos da educação empreendedora é desenvolver atitude e mentalidade empreendedora, que visam estimular o raciocínio lógico e a busca por aprender conceitos e conhecimentos que contribuam para resolver problemas.
Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.
A educação empreendedora ocupa um espaço importante na educação, principalmente porque aborda projeto de vida dos estudantes e trabalha com algumas habilidades da sociedade contemporânea ligadas a autonomia, competências múltiplas, capacidade de aprender, adaptar a situações novas e de promover transformações.
A escola é um bom espaço para que essas habilidades possam ser desenvolvidas e vivenciadas, preparando os nossos alunos para este novo tempo. O empreendedorismo contribui para o modo de pensar, uma atitude que deve ser desenvolvida e praticada.
Esse tipo de educação busca inspirar os estudantes a empreender, ao experienciar qualidades e habilidades necessárias de um empreendedor, podendo estar presente em várias etapas do ensino e na diversidade das disciplinas.
Um dos principais objetivos da educação empreendedora é desenvolver atitude e mentalidade empreendedora, que visam estimular o raciocínio lógico e a busca por aprender conceitos e conhecimentos que contribuam para resolver problemas.
Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.
O movimento maker propôs, nos últimos anos, o resgate da aprendizagem mão na massa, trazendo o conceito “aprendendo a fazer”, que aplicada ao ambiente escolar, tem como objetivo promover e estimular a criação, investigação, resoluções de problemas dos estudantes, proporcionando a pensar fora da caixa ao resolver problemas, conectando ideias desconectadas, usando ao máximo qualquer tipo de recurso. Uma oportunidade de reinventar e inovar a educação!
A cultura maker possibilita que aprendizagem ocorra em forma de experimentação, ao vivenciar a aprendizagem, através das metodologias ativas, que busca tirar o aluno da passividade e trazê-lo para o centro do processo de aprendizagem.
A chave para o sucesso na implementação de um projeto inovador é criar um ambiente que permita a participação dos atores envolvidos, para que conheçam e que possam contribuir, dando-lhes a sensação pertencimento e de autoria.
E para colocar a mão na massa, trouxemos a experiência para você replicar em suas aulas do Professor André Cardoso, da escola EFFM Dom Helder Câmara e fundador da Startup Robótica com Sucata na Cidade de Fortaleza no Ceará. Confira abaixo o passo-a-passo produzido pelo Professor André Cardoso.
Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.
O movimento maker propôs, nos últimos anos, o resgate da aprendizagem mão na massa, trazendo o conceito “aprendendo a fazer”, que aplicada ao ambiente escolar, tem como objetivo promover e estimular a criação, investigação, resoluções de problemas dos estudantes, proporcionando a pensar fora da caixa ao resolver problemas, conectando ideias desconectadas, usando ao máximo qualquer tipo de recurso. Uma oportunidade de reinventar e inovar a educação!
A cultura maker possibilita que aprendizagem ocorra em forma de experimentação, ao vivenciar a aprendizagem, através das metodologias ativas, que busca tirar o aluno da passividade e trazê-lo para o centro do processo de aprendizagem.
A chave para o sucesso na implementação de um projeto inovador é criar um ambiente que permita a participação dos atores envolvidos, para que conheçam e que possam contribuir, dando-lhes a sensação pertencimento e de autoria.
E para colocar a mão na massa, trouxemos a experiência para você replicar em suas aulas do Professor André Cardoso, da escola EFFM Dom Helder Câmara e fundador da Startup Robótica com Sucata na Cidade de Fortaleza no Ceará. Confira abaixo o passo-a-passo produzido pelo Professor André Cardoso.
Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.
A pandemia tem desafiado educadores, estudantes e familiares, principalmente, por ser algo que não vivenciamos antes em nossa recente história com a Educação. Não existe uma receita de bolo e todos estamos aprendendo neste momento.
Temos educadores de todo o país, das escolas particulares e públicas ministrando aulas mediada com o suporte da tecnologia e complementando com orientações escritas aos familiares, principalmente, porque esta pandemia revelou também uma desigualdade muito grande entre os nossos educandos, em que se faz necessário um esforço coletivo para que todos tenham acesso a educação e ninguém fique para trás.
E diante deste necessário é importante ter o olhar para instrumentos que norteiem o processo de ensino aprendizagem, como a produção de um portfólio. Abaixo, reunimos algumas orientações para enfatizar a importância de orientar os estudantes e familiares nesta organização que servirá para intervenções pedagógicas neste momento e após a pandemia. Vamos lá?!
O portfólio é um importante instrumento pedagógico para estudantes e professores por apresentar a evolução do processo de aprendizagem e permitir intervenções, melhorias na aprendizagem cognitiva, planejamento, replanejamento de ações e atividades, entre outros.
Este instrumento, não serve apenas como uma ferramenta avaliativa, mas permite representar pensamentos, sentimentos, maneira de agir e principalmente de apresentar como as habilidades e competências estão sendo desenvolvidas, além de ser uma importante experiência preparação para a vida adulta e no mercado de trabalho.
Não existe uma maneira específica para realização deste instrumento e o mesmo atende toda a educação básica. Neste momento tornou-se essencial pelo isolamento social e pelas particularidades e especificidades de cada território educativo.
Orientações aos estudantes e aos familiares: é importante orientar os familiares e estudantes a organizar o portfólio. Conversar sobre a importância e sobre as possibilidades que deverão ser discutidas e avaliada.
Possibilidades de realização: o mesmo pode ser realizado em suportes digitais e temos suportes específicos para isso e ou de maneira impressa, para ser apresentada no retorno que será o ponto de partida para retomada das aulas presenciais.
No ambiente digital existem diversas maneiras de criá-lo, no entanto, é importante, ter o cuidado para que os estudantes tenham acesso a internet para que possam subir os suas produções e atividades. Entre as ferramentas, podemos citar o webnode, que é gratuito e tem a finalidade de apresentar trabalhos e pode se adaptado ao universo educativo, o padlet, que é fácil de manusear e ainda pode ser colocado realizado murais e ser acrescido em ferramentas de colaboração como o google sala de aula.
No ambiente impresso, o portfólio deve ser realizado em cadernos e em pastas, orientando os registros, com imagens, produções, artigos de produção e até criações mão na massa. Para que sejam apresentadas em uma retomada das aulas presenciais. No entanto, deve enfatizar os estudantes e familiares que em caso de dúvidas é preciso que elas sejam sanadas no momento da realização da atividade e que somente a atividade deve ser guardada para troca no retorno das aulas.
O portfólio faz parte do processo avaliativo e neste momento os estudantes estão preocupados em saber como ele será avaliado. O mesmo serve também aos educadores que tem se preocupado em como avaliar o processo durante esse período e com o retorno das aulas presenciais, desta maneira, ambos poderão se beneficiar. Os estudantes em acompanhar sua evolução durante esse período e o professor em intervir no processo de aprendizagem.
E você professor (a), como tem trabalhado com esse tema? Conte aqui nos comentários.
Um abraço carinhoso! E se puder, fique em casa.
Débora
A pandemia tem desafiado educadores, estudantes e familiares, principalmente, por ser algo que não vivenciamos antes em nossa recente história com a Educação. Não existe uma receita de bolo e todos estamos aprendendo neste momento.
Temos educadores de todo o país, das escolas particulares e públicas ministrando aulas mediada com o suporte da tecnologia e complementando com orientações escritas aos familiares, principalmente, porque esta pandemia revelou também uma desigualdade muito grande entre os nossos educandos, em que se faz necessário um esforço coletivo para que todos tenham acesso a educação e ninguém fique para trás.
E diante deste necessário é importante ter o olhar para instrumentos que norteiem o processo de ensino aprendizagem, como a produção de um portfólio. Abaixo, reunimos algumas orientações para enfatizar a importância de orientar os estudantes e familiares nesta organização que servirá para intervenções pedagógicas neste momento e após a pandemia. Vamos lá?!
O portfólio é um importante instrumento pedagógico para estudantes e professores por apresentar a evolução do processo de aprendizagem e permitir intervenções, melhorias na aprendizagem cognitiva, planejamento, replanejamento de ações e atividades, entre outros.
Este instrumento, não serve apenas como uma ferramenta avaliativa, mas permite representar pensamentos, sentimentos, maneira de agir e principalmente de apresentar como as habilidades e competências estão sendo desenvolvidas, além de ser uma importante experiência preparação para a vida adulta e no mercado de trabalho.
Não existe uma maneira específica para realização deste instrumento e o mesmo atende toda a educação básica. Neste momento tornou-se essencial pelo isolamento social e pelas particularidades e especificidades de cada território educativo.
Orientações aos estudantes e aos familiares: é importante orientar os familiares e estudantes a organizar o portfólio. Conversar sobre a importância e sobre as possibilidades que deverão ser discutidas e avaliada.
Possibilidades de realização: o mesmo pode ser realizado em suportes digitais e temos suportes específicos para isso e ou de maneira impressa, para ser apresentada no retorno que será o ponto de partida para retomada das aulas presenciais.
No ambiente digital existem diversas maneiras de criá-lo, no entanto, é importante, ter o cuidado para que os estudantes tenham acesso a internet para que possam subir os suas produções e atividades. Entre as ferramentas, podemos citar o webnode, que é gratuito e tem a finalidade de apresentar trabalhos e pode se adaptado ao universo educativo, o padlet, que é fácil de manusear e ainda pode ser colocado realizado murais e ser acrescido em ferramentas de colaboração como o google sala de aula.
No ambiente impresso, o portfólio deve ser realizado em cadernos e em pastas, orientando os registros, com imagens, produções, artigos de produção e até criações mão na massa. Para que sejam apresentadas em uma retomada das aulas presenciais. No entanto, deve enfatizar os estudantes e familiares que em caso de dúvidas é preciso que elas sejam sanadas no momento da realização da atividade e que somente a atividade deve ser guardada para troca no retorno das aulas.
O portfólio faz parte do processo avaliativo e neste momento os estudantes estão preocupados em saber como ele será avaliado. O mesmo serve também aos educadores que tem se preocupado em como avaliar o processo durante esse período e com o retorno das aulas presenciais, desta maneira, ambos poderão se beneficiar. Os estudantes em acompanhar sua evolução durante esse período e o professor em intervir no processo de aprendizagem.
E você professor (a), como tem trabalhado com esse tema? Conte aqui nos comentários.
Um abraço carinhoso! E se puder, fique em casa.
Débora
Os jogos sempre tiveram um lugar especial na educação, justamente por trazer elementos essenciais a aprendizagem, como o lúdico. E diferentemente do que imaginamos os jogos não é algo exclusivo a educação infantil e ou anos iniciais, ele pode permear todas as etapas inclusive o ensino médio.
Quando o estudante está em contato com os jogos está mobilizando diversos conhecimentos e desenvolvendo habilidades importantes como colaboração, raciocínio lógico, resoluções de problemas, interpretando, repensando hipóteses. Assim, podemos afirmar que os jogos são uma estratégia ao processo de aprendizado por estimular a vivência do currículo e as situações do cotidiano.
Temos uma variedade de possibilidades diante aos jogos e também modalidades como jogos de tabuleiro, games, jogos colaborativos. O ensino emergencial traz a oportunidade da escola criar, experimentar, inovar e se reinventar com a utilização dos jogos, ao favorecer a construção do conhecimento científico, proporcionando vivências reais e desafios em busca de soluções em que o estudante precisa trocar ideias e tomar decisões no jogo.
Precisamos olhar para as aulas emergenciais e encarar que todos somos aprendentes, e que temos a oportunidade de criar aulas, inovar e aprender muito neste processo, testando o que funciona e o que não funciona, intensificando o que deu certo ao oportunizar desafios e é aqui que entra os jogos. Essa possibilidade de desvendar pistas e aprendizados ao mesmo tempo que possibilita o engajamento em um momento que isso se faz fundamental por todo o lado negativo que a pandemia traz.
Transforme atividades em jogos
Para que a aula tenha um engajamento aposte transformar atividades em jogos que pode ser adivinhação, charadas, quiz permitindo que os estudantes possam exercitar o raciocínio lógico e participar da aula de maneira ativa.
Transforme conteúdo em atividades gamificadas
É possível fazer das aulas um grande caça de tesouro e que tal espalhar pistas e deixar a turma decifrar o conteúdo antecipando fatos? Vale usar a imaginação, projetar pistas e imagens e pedir para que os estudantes se atentem aos detalhes, tenho certeza que eles irão amar.
Crie jogos
Outra possibilidade é a transformação dos conteúdos em jogos e também a possibilidade dos estudantes transformarem as atividades propostas em jogos que podem ser disponibilizados por fotos, históricos e até um mural feito por padlet.
Aproximar o lúdico é necessário ao desenvolvimento integral dos estudantes e a interação permite uma aprendizagem espontânea, ao mesmo tempo que estimulada e desafiadora ocorre através de experiência, no ritmo dos estudantes e com a troca individuais e coletivas.
Um abraço,
Débora
Quando o estudante está em contato com os jogos está mobilizando diversos conhecimentos e desenvolvendo habilidades importantes como colaboração, raciocínio lógico, resoluções de problemas, interpretando, repensando hipóteses. Assim, podemos afirmar que os jogos são uma estratégia ao processo de aprendizado por estimular a vivência do currículo e as situações do cotidiano.
Temos uma variedade de possibilidades diante aos jogos e também modalidades como jogos de tabuleiro, games, jogos colaborativos. O ensino emergencial traz a oportunidade da escola criar, experimentar, inovar e se reinventar com a utilização dos jogos, ao favorecer a construção do conhecimento científico, proporcionando vivências reais e desafios em busca de soluções em que o estudante precisa trocar ideias e tomar decisões no jogo.
Precisamos olhar para as aulas emergenciais e encarar que todos somos aprendentes, e que temos a oportunidade de criar aulas, inovar e aprender muito neste processo, testando o que funciona e o que não funciona, intensificando o que deu certo ao oportunizar desafios e é aqui que entra os jogos. Essa possibilidade de desvendar pistas e aprendizados ao mesmo tempo que possibilita o engajamento em um momento que isso se faz fundamental por todo o lado negativo que a pandemia traz.
Os jogos sempre tiveram um lugar especial na educação, justamente por trazer elementos essenciais a aprendizagem, como o lúdico. E diferentemente do que imaginamos os jogos não é algo exclusivo a educação infantil e ou anos iniciais, ele pode permear todas as etapas inclusive o ensino médio.
Quando o estudante está em contato com os jogos está mobilizando diversos conhecimentos e desenvolvendo habilidades importantes como colaboração, raciocínio lógico, resoluções de problemas, interpretando, repensando hipóteses. Assim, podemos afirmar que os jogos são uma estratégia ao processo de aprendizado por estimular a vivência do currículo e as situações do cotidiano.
Temos uma variedade de possibilidades diante aos jogos e também modalidades como jogos de tabuleiro, games, jogos colaborativos. O ensino emergencial traz a oportunidade da escola criar, experimentar, inovar e se reinventar com a utilização dos jogos, ao favorecer a construção do conhecimento científico, proporcionando vivências reais e desafios em busca de soluções em que o estudante precisa trocar ideias e tomar decisões no jogo.
Precisamos olhar para as aulas emergenciais e encarar que todos somos aprendentes, e que temos a oportunidade de criar aulas, inovar e aprender muito neste processo, testando o que funciona e o que não funciona, intensificando o que deu certo ao oportunizar desafios e é aqui que entra os jogos. Essa possibilidade de desvendar pistas e aprendizados ao mesmo tempo que possibilita o engajamento em um momento que isso se faz fundamental por todo o lado negativo que a pandemia traz.
Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.
Os jogos sempre tiveram um lugar especial na educação, justamente por trazer elementos essenciais a aprendizagem, como o lúdico. E diferentemente do que imaginamos os jogos não é algo exclusivo a educação infantil e ou anos iniciais, ele pode permear todas as etapas inclusive o ensino médio.
Quando o estudante está em contato com os jogos está mobilizando diversos conhecimentos e desenvolvendo habilidades importantes como colaboração, raciocínio lógico, resoluções de problemas, interpretando, repensando hipóteses. Assim, podemos afirmar que os jogos são uma estratégia ao processo de aprendizado por estimular a vivência do currículo e as situações do cotidiano.
Temos uma variedade de possibilidades diante aos jogos e também modalidades como jogos de tabuleiro, games, jogos colaborativos. O ensino emergencial traz a oportunidade da escola criar, experimentar, inovar e se reinventar com a utilização dos jogos, ao favorecer a construção do conhecimento científico, proporcionando vivências reais e desafios em busca de soluções em que o estudante precisa trocar ideias e tomar decisões no jogo.
Precisamos olhar para as aulas emergenciais e encarar que todos somos aprendentes, e que temos a oportunidade de criar aulas, inovar e aprender muito neste processo, testando o que funciona e o que não funciona, intensificando o que deu certo ao oportunizar desafios e é aqui que entra os jogos. Essa possibilidade de desvendar pistas e aprendizados ao mesmo tempo que possibilita o engajamento em um momento que isso se faz fundamental por todo o lado negativo que a pandemia traz.
Transforme atividades em jogos
Para que a aula tenha um engajamento aposte transformar atividades em jogos que pode ser adivinhação, charadas, quiz permitindo que os estudantes possam exercitar o raciocínio lógico e participar da aula de maneira ativa.
Transforme conteúdo em atividades gamificadas
É possível fazer das aulas um grande caça de tesouro e que tal espalhar pistas e deixar a turma decifrar o conteúdo antecipando fatos? Vale usar a imaginação, projetar pistas e imagens e pedir para que os estudantes se atentem aos detalhes, tenho certeza que eles irão amar.
Crie jogos
Outra possibilidade é a transformação dos conteúdos em jogos e também a possibilidade dos estudantes transformarem as atividades propostas em jogos que podem ser disponibilizados por fotos, históricos e até um mural feito por padlet.
Aproximar o lúdico é necessário ao desenvolvimento integral dos estudantes e a interação permite uma aprendizagem espontânea, ao mesmo tempo que estimulada e desafiadora ocorre através de experiência, no ritmo dos estudantes e com a troca individuais e coletivas.
Um abraço,
Débora
Quando o estudante está em contato com os jogos está mobilizando diversos conhecimentos e desenvolvendo habilidades importantes como colaboração, raciocínio lógico, resoluções de problemas, interpretando, repensando hipóteses. Assim, podemos afirmar que os jogos são uma estratégia ao processo de aprendizado por estimular a vivência do currículo e as situações do cotidiano.
Temos uma variedade de possibilidades diante aos jogos e também modalidades como jogos de tabuleiro, games, jogos colaborativos. O ensino emergencial traz a oportunidade da escola criar, experimentar, inovar e se reinventar com a utilização dos jogos, ao favorecer a construção do conhecimento científico, proporcionando vivências reais e desafios em busca de soluções em que o estudante precisa trocar ideias e tomar decisões no jogo.
Precisamos olhar para as aulas emergenciais e encarar que todos somos aprendentes, e que temos a oportunidade de criar aulas, inovar e aprender muito neste processo, testando o que funciona e o que não funciona, intensificando o que deu certo ao oportunizar desafios e é aqui que entra os jogos. Essa possibilidade de desvendar pistas e aprendizados ao mesmo tempo que possibilita o engajamento em um momento que isso se faz fundamental por todo o lado negativo que a pandemia traz.
Os jogos sempre tiveram um lugar especial na educação, justamente por trazer elementos essenciais a aprendizagem, como o lúdico. E diferentemente do que imaginamos os jogos não é algo exclusivo a educação infantil e ou anos iniciais, ele pode permear todas as etapas inclusive o ensino médio.
Quando o estudante está em contato com os jogos está mobilizando diversos conhecimentos e desenvolvendo habilidades importantes como colaboração, raciocínio lógico, resoluções de problemas, interpretando, repensando hipóteses. Assim, podemos afirmar que os jogos são uma estratégia ao processo de aprendizado por estimular a vivência do currículo e as situações do cotidiano.
Temos uma variedade de possibilidades diante aos jogos e também modalidades como jogos de tabuleiro, games, jogos colaborativos. O ensino emergencial traz a oportunidade da escola criar, experimentar, inovar e se reinventar com a utilização dos jogos, ao favorecer a construção do conhecimento científico, proporcionando vivências reais e desafios em busca de soluções em que o estudante precisa trocar ideias e tomar decisões no jogo.
Precisamos olhar para as aulas emergenciais e encarar que todos somos aprendentes, e que temos a oportunidade de criar aulas, inovar e aprender muito neste processo, testando o que funciona e o que não funciona, intensificando o que deu certo ao oportunizar desafios e é aqui que entra os jogos. Essa possibilidade de desvendar pistas e aprendizados ao mesmo tempo que possibilita o engajamento em um momento que isso se faz fundamental por todo o lado negativo que a pandemia traz.
Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.